Bebida Alcoólica e Cigarro – Visibilidade Zero

O que é

BEBIDA ALCOÓLICA E CIGARRO: VISIBILIDADE ZERO!
A Força da Indignação Pacífica

O “Bebida Alcoólica e Cigarro: Visibilidade Zero!” – A Força da Indignação Pacífica – fará com que Porto Alegre seja a primeira cidade no mundo onde será obrigatório que as bebidas alcoólicas e o cigarro estejam escondidos dos nossos olhos e dos nossos ouvidos. Nunca mais haverá bebidas alcoólicas e cigarro expostos em outdoors, indoors, super-mercados, restaurantes, bares, padarias, incluindo expositores, boxes, banners, balcões, mesas, cadeiras, freezers, em lojinhas de conveniência, em postos de gasolina, em aeroportos, em rodoviárias, em estádios e ginásios esportivos, nunca mais haverá anúncios em rádios, jornais e televisões, os caminhões transportadores dessas drogas para os locais de venda não poderão ostentar em sua carroceria o seu conteúdo, os engradados ou caixas ou pacotes de bebida ou cigarro adquiridos em super-mercados ou bares, estarão lacrados e envoltos em embalagem para não evidenciar o seu conteúdo, os filmes, novelas, programas de TV que apresentarem pessoas bebendo terão de ser editados, etc.

Visibilidade zero significa, literalmente, visibilidade zero!

Visibilidade Zero não é radical demais?

Algumas pessoas usuárias mas não pertencentes ao grupo de pessoas responsáveis por essa maldade, questionam o “Bebida Alcoólica e Cigarro: Visibilidade Zero!”, alegando: “Mas se o uso for moderado, se uma pessoa não for viciada, tiver autocontrole e utilizar a bebida alcoólica e o cigarro eventualmente, racionalmente, sem exagero, não é correto nem necessário radicalizar e proibir a sua visibilidade.”

Parece um argumento lógico mas pode-se contrapor: as novas gerações, os pré-adolescentes, os adolescentes, que já foram conquistados pelas intensivas e permanentes campanhas de divulgação e sedução do uso dessas drogas, possuem esse autocontrole e esse discernimento? Submetidos a uma diária e permanente lavagem cerebral, que começou com seus avós e seus pais e estendeu-se a eles, pode-se exigir ou cobrar que tenham uma atitude racional, que utilizem essas drogas sem exagero, que bebam com moderação, que fumem com moderação, quando a mensagem é: “Bebam! Fumem! Aproveitem a vida! Sejam rebeldes! Sejam livres! Ninguém manda em vocês!”?

Com isso lhes sendo incutido dia e noite, todo o tempo, sem pausa, um estímulo ininterrupto para usar essas drogas intensamente, sem moderação, para beber e beber e beber sem moderação, fumar e fumar e fumar sem moderação, aproveitar, aproveitar e aproveitar a vida sem moderação, sendo enganados o tempo todo com a mensagem de que isso é uma demonstração de independência, de liberdade, de rebeldia, que lhes trará o sucesso pessoal, o sucesso amoroso, o sucesso profissional, o sucesso nos esportes, o sucesso na vida, as propagandas afirmando sem parar que a vida é uma festa, que deve ser aproveitada ao máximo, e que aproveitar é beber, é fumar, é divertir-se, pode-se querer que tenham discernimento para saber o que é certo e o que é errado?

 

E a liberdade de expressão?

Em nome da liberdade de expressão, os fabricantes de bebidas alcoólicas e de cigarro, que poderiam estar produzindo e oferecendo produtos benéficos aos seus irmãos, e os seus aliados, uma parcela do pessoal do marketing e alguns setores da mídia, sob o eterno beneplácito dos governos, apesar das acanhadas advertências e campanhas de conscientização, escravizaram e vêm escravizando multidões de homens e mulheres, de jovens e de um tempo para cá, investindo, sutilmente, nas nossas crianças, com um só objetivo: ganhar dinheiro! Não lhes importa que seus irmãos adoeçam, que desenvolvam consequências terríveis a nível físico, psicológico e psiquiátrico, que ocorram acidentes, aleijumes, amputações, mutilações, mortes, assassinatos, suicídios, desestruturação familiar, abandono ou mau aproveitamento escolar ou profissional, e que, depois de algumas décadas, a maioria dos infelizes usuários estejam com doenças crônicas, degenerativas e que morram nas UTIs, nada disso importa. A finalidade é uma só: ganhar dinheiro.

E tudo isso baseado em uma afirmação hipócrita e anti-cristã: “Cada um faz o que quer, cada um sabe o que faz, nós fabricamos bebida e cigarro, bebe e fuma quem quer, isso não é problema nosso, isso é com as próprias pessoas, com os pais, com os governos. É liberado, é legal, esse é o nosso negócio.” Poderíamos concordar se houvesse visibilidade zero para essas drogas, se fosse totalmente proibida qualquer propaganda, divulgação, estímulo ao seu uso, manipulação em massa, convencimento permanente a beber e a fumar, a sua absurda associação ao sucesso, campanhas intensivas e maciças de marketing, diárias, 365 dias por ano, em todas as mídias possíveis e imagináveis, cada vez mais atraentes, cada vez mais manipuladoras, cada vez mais malignas, hipócritas e sutis. Mas como as coisas estão, em que, em nome dessa “liberdade”, nos dominaram totalmente, nos adoeceram, nos convenceram de que o ruim é bom, o patológico é saudável, então não temos outra saída a não ser sermos mais radicais do que eles e reinvidicarmos o direito à nossa saúde, dos nossos irmãos, dos nossos filhos e das novas gerações que virão. Os fabricantes são radicais na defesa de seus interesses? Pois bem, nós seremos mais radicais ainda, na defesa do interesse da saúde e da vida das pessoas. E haveremos de vencer, nem que levemos décadas para isso. O mal não pode vencer, o Bem tem que ser mais forte! Mas isso depende de nós nos unirmos e lutarmos, pacificamente mas com força, sem agressividade mas sem fraqueza, sem esmorecimento. A nossa força vem por estarmos alinhados ao Bem, isso nos deixa fortes e haveremos de vencer através da Indignação Pacífica, nos moldes da Ahimsá de Gandhi.

 

O caminho do mal e o caminho do Bem

Se os fabricantes dessas drogas e os que ganham dinheiro com elas escolheram o caminho do mal, se são contrários a qualquer movimentação de pessoas que escolheram seguir o caminho do Bem, se exigem liberdade para poderem nos envenenar, nos adoecer, nos mutilar e nos matar em troca de algumas moedas de ouro, só resta uma opção a quem ama seus irmãos e quer vê-los saudáveis, íntegros, livres verdadeiramente, libertos dessas drogas: sermos mais radicais do que eles! Contra o mal, só existe uma solução: o Bem. Contra a má intenção, só existe uma saída: a boa intenção. As pessoas podem optar que ideologia desejam seguir: participar dessa maldade ou engajar-se no exército da bondade, se querem plantar matérias-primas para a sua confecção, se querem participar de qualquer fase de sua produção, até o ponto final de venda dessas drogas, ou dizer “Não!”, podem decidir se querem continuar permitindo-se ser enfeitiçados e manipulados ou exercer o seu direito inato de libertar-se e alinhar-se com a sua verdade interior, com o seu Deus interno, com a Verdade, com a Justiça, com o Amor.

Gandhi, o grande líder indiano venceu o secular opressor de seu povo, poderoso e aparentemente indestrutível, com a Ahimsá, que significa “Luta pacífica”, um não-lutar, um não-enfrentar, uma não-agressividade, um não-rebaixar-se a níveis inferiores de atitudes e posturas, e, sim, baseado apenas no “Não!”. Nós podemos vencer essa verdadeira Guerra Santa, basta apenas dizer “Não!” Recusar-se a plantar, recusar-se a produzir, recusar-se a trabalhar nas fábricas, recusar-se a distribuir, recusar-se a divulgar, recusar-se a vender, recusar-se a usar. Basta isso e a guerra está vencida! Sem luta, sem um tiro sequer, sem derramamento de sangue, apenas todos nós dizendo “Não!”. Todas as religiões, todos os credos, estão convidados a unir-se a esse Projeto do Amor, mostrando para o mundo que a Força Divina é superior a tudo.

Mas nunca, de nenhuma maneira, esse Projeto descambará para a violência, para a agressividade, verbal ou física, sob pena de desviar-se do Caminho de Deus e perder o merecimento de estar alinhado a Sua Força.