Bebida Alcoólica e Cigarro – Visibilidade Zero

O futuro

O nosso Projeto é radicalmente a favor das pessoas e contra a maldade. Com o tempo, o exemplo de nossa cidade será seguido por outras cidades em nosso estado e em outros estados, e podemos prever que em algumas décadas, o Projeto estará implantado em vários locais do Brasil e sendo seguido por outros países.
Essa idéia é uma Utopia, no sentido real da palavra. Utopia não é algo imaginário ou impossível, esse termo foi criado por Thomas Morus, no século 16, e era o nome de uma cidade, uma civilização futurista com um sistema político e social perfeito. É o que queremos para Porto Alegre e para o Brasil. É o que queremos para o mundo. E é o que conseguiremos, desde que comecemos, a partir de agora, a desenvolver um grau maior, mais amplo, mais abrangente, de Consciência espiritual, desde que comecemos a obedecer realmente o que nos ensinam os nossos Líderes religiosos, o que nos transmitem em nossa Igreja, em nosso Templo, em nosso Centro. É o que Deus quer para nós, e é o que, no nosso íntimo, todos queremos. Todas as pessoas anseiam por uma meta em sua vida, algo
profundo e verdadeiro, todos queremos segurar uma bandeira em nossa mão, todos queremos ter a sensação de estarmos lutando por algo grandioso e transformador, todos queremos um mundo melhor, mais justo, mais saudável, mais humano. Para quem ainda não encontrou a sua luta, para quem procura uma bandeira, para quem ainda não está engajado em uma luta social-espiritual, oferecemos uma oportunidade: “Bebida Alcoólica e Cigarro: Visibilidade Zero!”. Essa é, e sempre será, uma luta pacífica, amorosa, gentil, mas firme e determinada. Venha ser do nosso time, engaje-se nessa luta. Ninguém irá ganhar dinheiro com isso, nem fama, nem reconhecimento, nem qualquer outro benefício ilusório, egóico, iremos ganhar muito mais do que isso: a sensação de estarmos fazendo a coisa certa, de estarmos engajados em um Movimento pelo Bem, pela Verdade, pela Justiça, e isso nos trará uma enorme satisfação e uma fortíssima coerência interna, um alinhamento entre nós e nossa Alma, entre nós e Deus, e isso nos transformará no que sempre quisemos ser: um (a) verdadeiro (a) guerreiro (a) da Paz, do Amor e da Fé. A hora de lutar chegou, os exércitos estão perfilados, escolha o seu lado. Não esqueça: a nossa luta é com amor, é com paz, é com compreensão, é com sabedoria, mas nós somos radicais no nosso objetivo e nada irá nos demover ou nos afastar da meta final: a Visibilidade Zero das drogas, sejam lícitas ou ilícitas.
Aos que participam dessa maldade

As pessoas que cultivam as matérias-primas (uva, cevada, cana-de-açúcar, tabaco, etc.) para a fabricação dessas drogas, podem decidir mudar o plantio e passar a cultivar alimentos ou recusar-se a vender seus produtos para as fábricas da doença. O que prega o seu padre, o seu pastor, o dirigente espiritual de seu Centro? Eles lhes dizem nos sermões, nas palestras, nos cultos, que devem adoecer, mutilar, envenenar, matar os seus irmãos, ou que devemos nos amar, cuidar uns dos outros, nos ajudar mutuamente, que somos todos filhos de Deus e devemos nos unir, nos respeitar?

Os donos e os gerentes das fábricas de bebidas alcoólicas e cigarro, pessoas tão inteligentes, não conseguem pensar em algo saudável e benéfico para produzir? Por que fabricam venenos se podem fabricar produtos que ajudem, que beneficiem os seus irmãos? Os funcionários dessas fábricas podem, em um tempo hábil, mudar de ramo, de trabalho, dirigir-se ao Setor de Pessoal e pedir demissão e explicar o motivo. Se todos recusarem-se a trabalhar nessas fábricas de doença, elas fecharão ou passarão a produzir alimentos e produtos saudáveis, benéficos para as pessoas. É perfeitamente possível ganhar dinheiro com produtos que
beneficiem os irmãos, por que ganhar dinheiro envenenando-os, adoecendo-os e matando-os? Por que essa maldade?

Um proprietário de uma empresa de distribuição de mercadorias pode negar-se a transportar essas drogas, afirmando que isso contraria o seu senso cristão, que isso é contrário ao que ensina Jesus e ao que a sua Alma lhe orienta. Os motoristas podem negar-se a transportar esses venenos, mesmo sob o risco de perder o seu emprego. Se nenhuma empresa de distribuição aceitar distribuir essas drogas, elas não chegarão aos locais de venda.
As empresas de Marketing que colaboram com essa maldade, podem negar-se a continuar mentindo, enganando, iludindo e convencendo as pessoas a utilizar essas drogas. Não conseguem sobrevivem sem esse tipo de cliente? Necessitam tanto assim desse dinheiro que preferem vender a sua própria Alma? Não conseguem ser honestos consigo mesmos e dizer “Não!”? Os proprietários, gerentes e funcionários das empresas que usam sua criatividade para enganar, iludir, envenenar seus irmãos, sentem-se culpados com as estatísticas de acidentes, doenças, mortes, assassinatos, suicídios, etc. ou anestesiaram-se a tal ponto que acham que divulgar essas drogas é um trabalho como qualquer outro?

Os órgãos da imprensa podem recusar-se a divulgar bebida e cigarro, selecionando o que vão divulgar, entendendo o seu poder como formadores de opinião, são milhões de pessoas que ouvem as rádios, que vêem televisão, que lêem jornais, percebam o potencial que têm em suas mãos de melhorar o mundo, de endereçar às pessoas apenas produtos saudáveis, de dizer “Basta!” para essa maldade! Isso aumentaria a sua credibilidade, aumentaria a sua audiência, e estariam realmente cumprindo o seu papel social-histórico de transformar positivamente a nossa sociedade, de criar um mundo mais justo, mais humano. Os proprietários e diretores dos órgãos de imprensa, têm filhos, tem netos, ou terão, e esses provavelmente bebem ou beberão, alguns fumam ou fumarão cigarro e muitos passaram os passarão para as drogas seguintes, as chamadas ilícitas. Os seus próprios filhos e netos, os filhos e netos de seus amigos! Como se sentem quanto a isso?
E os locais de venda? Se ninguém mais vender essas drogas, o que seus fabricantes farão?
Precisamos todos nos unir e dizer “Basta!”, eles não são ninguém sem os produtores, sem os funcionários das fábricas, sem os distribuidores das drogas, sem os divulgadores delas, sem os pontos de venda, eles estão em nossas mãos, e nós deixamos fazer conosco e com nossos filhos e netos o que querem, envenenam, adoecem, matam, e nós ou apenas criticamos, sem fazer nada além disso, ou participamos da engrenagem, ou achamos isso normal.

 

Aos que participam dessa maldade

As pessoas que cultivam as matérias-primas (uva, cevada, cana-de-açúcar, tabaco, etc.) para a fabricação dessas drogas, podem decidir mudar o plantio e passar a cultivar alimentos ou recusar-se a vender seus produtos para as fábricas da doença. O que prega o seu padre, o seu pastor, o dirigente espiritual de seu Centro? Eles lhes dizem nos sermões, nas palestras, nos cultos, que devem adoecer, mutilar, envenenar, matar os seus irmãos, ou que devemos nos amar, cuidar uns dos outros, nos ajudar mutuamente, que somos todos filhos de Deus e devemos nos unir, nos respeitar?

Os donos e os gerentes das fábricas de bebidas alcoólicas e cigarro, pessoas tão inteligentes, não conseguem pensar em algo saudável e benéfico para produzir? Por que fabricam venenos se podem fabricar produtos que ajudem, que beneficiem os seus irmãos? Os funcionários dessas fábricas podem, em um tempo hábil, mudar de ramo, de trabalho, dirigir-se ao Setor de Pessoal e pedir demissão e explicar o motivo. Se todos recusarem-se a trabalhar nessas fábricas de doença, elas fecharão ou passarão a produzir alimentos e produtos saudáveis, benéficos para as pessoas. É perfeitamente possível ganhar dinheiro com produtos que beneficiem os irmãos, por que ganhar dinheiro envenenando-os, adoecendo-os e matando-os? Por que essa maldade?

Um proprietário de uma empresa de distribuição de mercadorias pode negar-se a transportar essas drogas, afirmando que isso contraria o seu senso cristão, que isso é contrário ao que ensina Jesus e ao que a sua Alma lhe orienta. Os motoristas podem negar-se a transportar esses venenos, mesmo sob o risco de perder o seu emprego. Se nenhuma empresa de distribuição aceitar distribuir essas drogas, elas não chegarão aos locais de venda.
As empresas de Marketing que colaboram com essa maldade, podem negar-se a continuar mentindo, enganando, iludindo e convencendo as pessoas a utilizar essas drogas. Não conseguem sobrevivem sem esse tipo de cliente? Necessitam tanto assim desse dinheiro que preferem vender a sua própria Alma? Não conseguem ser honestos consigo mesmos e dizer “Não!”? Os proprietários, gerentes e funcionários das empresas que usam sua criatividade para enganar, iludir, envenenar seus irmãos, sentem-se culpados com as estatísticas de acidentes, doenças, mortes, assassinatos, suicídios, etc. ou anestesiaram-se a tal ponto que acham que divulgar essas drogas é um trabalho como qualquer outro?

Os órgãos da imprensa podem recusar-se a divulgar bebida e cigarro, selecionando o que vão divulgar, entendendo o seu poder como formadores de opinião, são milhões de pessoas que ouvem as rádios, que vêem televisão, que lêem jornais, percebam o potencial que têm em suas mãos de melhorar o mundo, de endereçar às pessoas apenas produtos saudáveis, de dizer “Basta!” para essa maldade! Isso aumentaria a sua credibilidade, aumentaria a sua audiência, e estariam realmente cumprindo o seu papel social-histórico de transformar positivamente a nossa sociedade, de criar um mundo mais justo, mais humano. Os proprietários e diretores dos órgãos de imprensa, têm filhos, tem netos, ou terão, e esses provavelmente bebem ou beberão, alguns fumam ou fumarão cigarro e muitos passaram os passarão para as drogas seguintes, as chamadas ilícitas. Os seus próprios filhos e netos, os filhos e netos de seus amigos! Como se sentem quanto a isso?

E os locais de venda? Se ninguém mais vender essas drogas, o que seus fabricantes farão?
Precisamos todos nos unir e dizer “Basta!”, eles não são ninguém sem os produtores, sem os funcionários das fábricas, sem os distribuidores das drogas, sem os divulgadores delas, sem os pontos de venda, eles estão em nossas mãos, e nós deixamos fazer conosco e com nossos filhos e netos o que querem, envenenam, adoecem, matam, e nós ou apenas criticamos, sem fazer nada além disso, ou participamos da engrenagem, ou achamos isso normal.

 

Os diversos tipos de pessoas

Nessa questão de drogas, existem diversos tipos de pessoas. Veja em qual deles você se enquadra:

  1. As que participam dessa maldade mas não são más pessoas. São as que plantam as matérias-primas, são as que trabalham nas fábricas dessas drogas, na sua distribuição, na sua divulgação, nos locais de venda. Essas precisam acordar e perceber o que estão fazendo, lembrar de Deus, de Jesus, o que estudam na Bíblia, na Torá, no Evangelho, no Alcorão e outros Livros Santos, e raciocinar se estão obedecendo a essa diretriz, se estão seguindo o seu Íntimo, se estão alinhadas com a sua Alma, ou se caíram nas armadilhas da vida terrena, em que os argumentos, internos e externos, podem, muitas vezes, sobrepujar o que é correto, o que é íntegro, o que é honesto. Essas pessoas são boas e dignas, geralmente têm família, são religiosas, mas estão hipnotizadas pelo sistema. Devem parar, reassumir o controle sobre si mesmas e refletir: “O que estou fazendo?”, “Por que estou fazendo isso?”, “Posso mudar de atividade, de emprego, de conduta, de postura?
  2. As que participam dessa maldade e são más pessoas. Essas são uma extrema minoria e dignas de compaixão pois sofrem de uma psicopatia que lhes diz que nada importa a não ser o que lhes beneficia, o que lhes trás lucros e vantagens e não sentem absolutamente nada em relação às outras pessoas, não conseguem perceber a extensão do mal que causam e provocam. São casos psiquiátricos e não deveriam ocupar lugares ou cargos de liderança, de formação de opinião, de decisões.
  3. As que não participam dessa maldade, não plantam as matérias-primas, não fabricam, não divulgam, não vendem, são apenas usuários, com moderação. Essas devem pensar no que estão fazendo consigo pois é cientificamente comprovado que mesmo o uso moderado, porém persistente e permanente, provoca danos físicos, psicológicos e psiquiátricos com o tempo, ou seja, a médio e longo prazo os efeitos patológicos sempre se fazem sentir. Devem também refletir a respeito do exemplo que estão dando para os seus filhos e netos, se querem que eles também bebam, se querem que eles também fumem, e se não têm receio de que, um dia, eles resolvam dar o próximo passo e passem das drogas lícitas para as ilícitas, pois se nos transmitem que a vida é uma festa, que é para aproveitar, que o importante é ser livre e fazer o que quiser, que ninguém manda em
    ninguém, se a maioria dos adultos bebe em casa à noite para relaxar, ou passam antes em um happy hour, se muitos bebem e alguns ainda fumam em TODAS as festas familiares, nascimentos, batizados, aniversários, formaturas, Natal, Ano Novo, em qualquer comemoração, no churrasquinho de domingo, nas despedidas, nos reencontros, enfim, se beber alcoólicos e fumar cigarro é normal, é usual, o que estão ensinando para seus descendentes? Quem vicia os nossos filhos e netos? O sistema ou as próprias famílias? Ambos.
  4. As que ficam indignadas, escandalizam-se com o que leem nos jornais, o que escutam no rádio, fazem discursos em frente à TV, e nada mais. Essas devem pensar no que podem fazer para ajudar as coisas a melhorar, a sociedade a mudar, no que podem colaborar para que essa maldade não predomine mais, e em que causa, movimento, associação, instituição ou ONG, podem vincular-se para que sua indignação não seja apenas um exercício teórico, mental e verbal, sem um resultado prático.
  5. As que acreditam que não têm nada a ver com isso, que cada um deve cuidar de si, que não estão envolvidas com essa questão de bebida, de cigarro, que o importante é ser feliz e não incomodar-se com as coisas dos outros. Essas devem perguntar-se o que fizeram com sua capacidade de indignar-se, como permitiram ser amortecidas, como adormeceram e não perceberam, onde esconde-se o seu lado puro, onde dorme o guerreiro? São os neutros, não colaboram diretamente com a maldade mas, por sua omissão, não representam oposição à propagação cada vez maior dela.